Em Portugal perdem a vida, anualmente, 40 mil pessoas. E se há factores de risco que não se podem alterar - história pessoal e familiar de doenças cardiovasculares, idade, sexo e raça - muitos dos responsáveis por este tipo de problemas são modificáveis. É o caso do sedentarismo, do tabagismo, do stress e da nutrição por sua vez associada à obesidade, ao colesterol e à hipertensão.É urgente que paremos para pensar nestes números pois uma pequena atenção que pode fazer a diferença entre vida e morte. Porque mais vale tarde do que nunca.
Números negros das doenças cardiovasculares:
8,1 Milhões de homens são traídos pelo coração todos os anos
8,6 Milhões é o número de mulheres que, por ano, no mundo, engordam esta estatística macabra
5 Milhões de pessoas morrem anualmente no velho continente
24,8 Milhões de mortes estimadas para o ano 2020
E pensar que nestes números poderá vir a estar englobado o nosso nome ou de alguém que nos é muito querido…
Há que mudar os nosso hábitos alimentares e de vida para não deixar o desafinar do músculo que comanda a vida.
Gosto do slogan do Clube do Coração da Fundação Portuguesa de Cardiologia:
“Ame o seu coração, nenhum outro baterá tão forte por si.”
Sem comentários:
Enviar um comentário